Capítulo 01 publicado
Base de posicionamento e narrativa disponível para consulta.
Abrir material →A primeira mentoria criou uma base. Esta é a conversa para olhar o que saiu do papel, o que ficou parado, o que ainda faz sentido e o que você precisa agora.
A Mentoria 01 deixou uma base de posicionamento, narrativa e conteúdo. Agora este material reúne o que já está disponível, o que pode ser escolhido e o que só deve avançar depois da sua validação.
O ponto não é reiniciar nem inventar uma mudança. É olhar com clareza para o que existe, decidir o que merece continuidade e deixar de empurrar o que não conversa mais com você.
Base de posicionamento e narrativa disponível para consulta.
Abrir material →Roteiros, perguntas, temas recorrentes e possibilidades de séries estão reunidos aqui.
Ver roteiros →Conceitos visuais de séries, livros e palestras para tornar a conversa concreta.
Ver mock-ups →O que entra primeiro, o que espera e qual ritmo cabe na vida profissional de verdade.
Responder perguntas →Peptídeos, saúde feminina, longevidade, medicina do futuro — ou uma combinação mais fiel ao seu momento.
Ver possibilidades →O site separa o que é entrega, o que é conceito e o que exige confirmação clínica, regulatória ou pessoal.
Ver fontes →O que você colocou em prática, mesmo que tenha sido pequeno? O que ganhou vida própria?
Não como cobrança: quais ideias ficaram paradas e por quê — tempo, prioridade, equipe ou falta de vontade?
Consultório, conteúdo, aulas, pesquisa, relacionamento com pacientes ou outra frente?
Falta de foco, rotina, execução, narrativa, equipe, tempo ou excesso de possibilidades?
Seu jeito de atender, sua agenda, sua reputação, sua família, sua autonomia ou sua tranquilidade?
Uma linha editorial, organização, roteiro, produto, uma palestra ou uma conversa mais frequente?
Este é um território para tradução responsável, não para indicação. O mock-up abaixo mostra como uma pergunta pode virar conteúdo claro, visual e seguro.
A pergunta chega. A evidência separa o que sabemos do que ainda não sabemos.
Evidência robusta para a afirmação específica.
Dados interessantes, ainda insuficientes para conclusão.
Pergunta aberta, sem base suficiente para cravar.
Promessa popular maior do que a evidência.
Risco regulatório, sanitário ou de segurança.
Exemplo de primeiro episódio. A peça não ensina uso: mostra limite, evidência e regulação.
Abertura simples, sem jargão: o que é e por que entrou na conversa.
Separar dados laboratoriais, evidência clínica e alegações de internet.
Dosagem, segurança de longo prazo, rota de uso e desfecho real em humanos.
Explicar, contextualizar e indicar o limite. Nunca ensinar uso ou sugerir compra.
Todo roteiro sobre substância passa por conferência clínica e regulatória antes de gravar. Sem dose, fornecedor, indicação individual ou promessa de resultado.
A cor é uma hipótese de pauta, não classificação definitiva. A evidência e a regulação são revisadas episódio a episódio.
Não é calendário obrigatório. É uma biblioteca para escolher conforme a semana, a agenda e a conversa que você quer abrir.
“Caio, isso funciona?” Parte de uma dúvida real e entrega uma resposta sem enrolar.
Uma tendência, uma classificação e o contexto que costuma faltar.
Consultório, estudo, congresso ou uma história que ajude o público a entender seu jeito de trabalhar.
O que a pessoa precisa entender antes de transformar uma pergunta em pânico.
Separar laboratório, estudo em gente e promessa comercial.
Abertura de uma conversa sobre sintomas, investigação e cuidado.
Mostrar processo, não performance.
O que já é realidade, o que é hipótese e o que não substitui o médico.
Uma dúvida antiga explicada com critério e nuance.
Uma entrada possível para estudo, viagem ou atualização profissional.
Menopausa como conversa de casal e família, sem simplificar a experiência.
Chamada para perguntas que abastecem a próxima pauta.
Estes não são lançamentos prometidos. São protótipos visuais para decidir, juntos, o que merece virar projeto.
Pode começar pequeno, como série, antes de qualquer decisão sobre livro.
Um jeito de organizar um território já reconhecível, sem obrigar uma nova frente.
Uma tese mais ampla para testar somente se conversar com o momento atual.
Cada link serve para consulta e revisão. Ele não substitui a validação clínica, regulatória ou pessoal antes de qualquer publicação.
Não precisamos inventar
um novo personagem.
Precisamos entender o que já faz sentido para você — e o que não faz mais.
Sem fechar estratégia antes da conversa. Primeiro, a gente responde isso com clareza.
Não por apego. Porque ainda combina com sua rotina, sua forma de trabalhar e o que você quer construir.
Sem culpa. Só para não continuar gastando energia em algo que não está devolvendo sentido.
Uma decisão de cada vez: mais clareza, mais organização, uma nova frente ou proteção do que já está funcionando.
Se a conversa mostrar que faz sentido, saímos com no máximo três prioridades. Nada de plano enorme para virar cobrança. Nada de promessa de resultado.
Com conversa direta, critérios claros e escolhas que respeitem o médico e a pessoa que você é.